quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A ‘bênção’ evangélica que vai fazendo a Globo impulsionar a causa gay


A ‘bênção’ evangélica que vai fazendo a Globo impulsionar a causa gaySe a Globo conseguir passar à sociedade que os ‘evangélicos gays’ são discriminados pela igreja, grande avanço obterá em sua estratégia, colocando, assim, a igreja evangélica em uma posição de isolamento e desconforto.
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O apresentador Jô Soares entrevistou o pastor gay Alexandre Zambom, criador do grupo religioso que se autodenomina “Igreja Inclusiva do Brasil”, voltada para aqueles que optaram ser gay. À época do lançamento, Zambom tentou vincular sua imagem à ‘pastora lésbica’ Lanna Holder, dizendo que sua denominação seria uma filial da igreja inclusiva Cidade de Refúgio, fundada por ela, conforme notícia publicada neste Portal.
Diante de mais este ato acintoso à comunidade evangélica, decidi escrever algo.
Como é de conhecimento de muita gente, a Globo sempre tentou emplacar a filosofia homossexualista à sociedade brasileira. Prova disto, são seus programas de entretenimento, recheados de mensagens de apologia ao homossexualismo.
A Globo também sempre soube que uma das grandes resistências à sua empreitada seriam os grupos religiosos brasileiros, em particular os cristãos.
Como a cúpula da Igreja Católica tem mantido certo silêncio em relação ao tema agenda gay, inclusive com a promessa recente do Arcebispo de Maringá (PR) a ativistas gays que levaria à CNBB a proposta da criação, no município, da Pastoral da Diversidade Sexual, além da omissão daquela Confederação de Bispos diante da afronta aos símbolos católicos na parada gay de São Paulo, em 2011, fica agora, as manifestações de repúdio ao avanço do ideais do ativismo gay, quase centralizadas a algumas lideranças e grupos evangélicos.
De olho no crescimento evangélico, e sabendo que poderia lograr êxito mercadológico com isto, a Globo – que sempre foi vista como a inimiga número um dos evangélicos por suas sórdidas atitudes em relação a este segmento religioso – começou a iniciar o movimento de aproximação, e com bastante pirotecnia, oferecendo, para delírio de muitos, o Festival Promessas, em 2011, como já expliquei aqui, em detalhes, além de ampla cobertura das Marchas Para Jesus.
A incumbência de des-satanizar a Globo à comunidade evangélica teve a participação de alguns atores importantes, dentre os quais se destacam o pastor Silas Malafaia, alguns cantores gospel e o deputado federal Arolde de Oliveira (PSD), dono da Rádio 93, FM evangélica do Rio, que foi a rádio oficial do evento (conforme pode-se ver no print abaixo).
Com a massa evangélica fisgada, a Globo começou a perceber que podia, então, “matar dois coelhos com uma só cajadada” – obter lucro com a audiência dos evangélicos (agora seus admiradores) como também colocar para fora, com mais nitidez, por saber que as impetuosas críticas a si estariam quase neutralizadas, algumas de suas ideologias, que até certo ponto estavam represadas, dentre elas a homossexualista.
A primeira e mais clara ação pró-agenda gay foi a recente apologia ao ‘casamento homossexual’, no Programa Na Moral, apresentado pelo especialista em BBB, Pedro Bial, cujos detalhes estão narrados no artigo “Mais um INSULTO da Globo: emissora promoverá ‘casamento gay’ entre duas lésbicas que se dizem evangélicas com cerimônia celebrada por ‘pastores’ gays“.
E como que parecendo ser esta a tônica, a emissora, em menos de quinze dias em relação à primeira ação, levou outro ‘evangélico gay’ a um de seus programas, o do Jô Soares, para fazer também apologia à causa.
Existem inúmeras celebridades do mundo secular que defendem a causa gay, mas a Globo está priorizando dar voz aos ‘evangélicos’ gays.
Uma clara demonstração de embate direto com os evangélicos, que respaldados na Bíblia, discordam da prática.
Em relação ao que fez Pedro Bial, o pastor Silas Malafaia manifestou seu repúdio. Espera-se que faça o mesmo diante de mais esta atitude, em usar ’evangélicos’ gays para tentar confrontar a igreja evangélica e, assim, propulsar a causa LGBT.
Além das demais lideranças evangélicas, não só o pastor Malafaia tem o dever de se manifestar publicamente, como também o deputado Arolde de Oliveira e os ‘artistas’ gospel que ajudaram a cobrir a vênus platinada com um manto conservador, ‘santificando-a’.
Enquanto a covardia, o silêncio e a omissão imperarem, a Globo, com a sustentação da crentaiada, vai alavancando suas descaradas ideologias que colidem frontalmente com a mensagem bíblica.
Os executivos globais já descobriram que podem morder e pisar na mensagem bíblica, à vontade, pois sabem que qualquer ato reacionário será logo aplacado com o oferecimento de mais um Festival Promessas ou a cobertura jornalística de alguns eventos evangélicos.
Deram o tiro certeiro?