segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Política na Igreja? Diga não


Este ano tem eleição e os políticos estão de olho no voto dos evangélicos. Até ai tudo normal, afinal os políticos vivem de olho nos votos, mas o que é anormal são os lideres evangélicos de olho nas vantagens que a politica e os políticos podem trazer para si e "sua" igreja.
Como nos tempos dos coronéis, lideres evangélicos negociam os votos com candidatos e partidos e os impõem à comunidade. Sem nenhum pudor estes lideres que se acham donos do rebanho de Deus, escolhem os candidatos, sempre trocando por vantagens inclusive individual e usando o número de votos que sua igreja pode dar.


Estes lideres chegam a blasfemar quando num culto que deveria ser um momento de celebração entre a igreja e Deus, aparecem os políticos com seus discursos. As vezes estes políticos são "crentes" ( digo crente como membros de igreja não como os que crêem e seguem a Jesus) ,outras nem crente são. Sobem aos púlpitos das igrejas ateus, católicos, espiritas, macumbeiros, mulçumanos etc, sempre com um discurso afinado com o pastor.

Usar um espaço da igreja em prol da democracia visando dar subsídios aos irmãos para escolherem seus candidatos pode até ser saudável. Mas não é isso que ocorre.
Este espaço jamais poderia ser no momento da celebração, do culto a Deus.
Este espaço jamais deveria ser uma forma de manipulação e imposição. Se é para esclarecer e colaborar com a democracia todos candidatos deveriam ser convidados para apresentar suas propostas e responder perguntas do povo. Mas isso infelizmente isso não ocorre, ocorre justamento ao contrário, os políticos de uma só corrente (escolhidos após negociatas com o líder) são apresentados com candidatos escolhidos por Deus e fazem seus discursos no momento do culto.

Creio que chegou o momento de acabarmos com esta farra.
Cada cristão deve falar com seu pastor bispo ou seja lá qual for o título do líder e protestar. Sem ser ingênuo, sabemos que isso não mudará nada, mas vale a pena conhecer melhor o caráter do líder e esta será uma ótima forma. Após esta tentativa a segunda providência é conversar com outros irmãos e alertá-los. Provavelmente esta segunda tentativa também falhará no resultado, mas se você alertar um só irmão alienado pelo sistema valerá a pena. Falhando estas duas tentativas de afastar os políticos do culto e quando eles estirem lá fica uma sugestão:
1) não ir a este culto.
2) usar camisetas denunciando o uso politico. Se possível usar faixas fora do templo também ( já que dentro não será possível).
3) Quando o politico se levantar para fazer seu discurso ,virar as costas
4) Sair do templo.
A ultima providência é não votar nestes candidatos
.
Sugestão de camisetas.

Você será visto como rebelde, mas o que é melhor se rebelar contra o erro do que ser conivente com ele. Se você que não concorda se cala, torna-se cúmplice.
Se o pastor quer fazer politica (no pior sentido da palavra)que vá fazer isso nos locais próprios ou no inferno, nunca na igreja. Aliás este pastor está se desviando de sua função,pior, muitas vezes recebendo altos salários ajuda de custos ou prebendas.

Cidadão não vende seu voto, e igreja cidadã também não. Receber tijolos, pisos, aparelhagens de som,, favorzinhos burocráticos, carros, cestas básicas é´vender o voto da igreja ( alias bem barato) e isso é crime eleitoral, alem de pecado, é claro,. Pecado maior ainda ( se é que podemos dar tamanho a pecados) é vender este os votos onde quem recebe é apenas a cúpula ou o próprio líder ( acreditem isso é muito comum)



É tempo de reação. Não dá para se acovardar,,,, E se "sua" igreja insistir em trocar o reino de Deus pelo reino dos homens é tempo de repensar se vale a pena estar unida com ela;


Você como cristão e evangélico não tem vergonha disso:

Não importa o ministério, importa a troca de favores.
O Cowboy não poderia ficar de fora

A Marcha era para Jesus, mas não custa dar uma ajudinha aos novos messias.
E colocam textos bíblicos para justificar.

O congresso deveria falar de missões e falou da missão: do candidato.



Deveria ser uma culto a Deus, mas o ministério asssembleiano preferiu a deusa"

eles até cantam e oram e te fazem de bobo sob a batuta do pastor.




Presidente Lula entre André Soares, R. R. Soares, Jorge Tadeu e David Soares
R R Soares, os filhos pastores políticos e o Lula.



O voto do povo em troca de benefícios para emissora de TV

Aproveitando um texto do blog estrangeira ( http://estrangeira.wordpress.com/), os apoios dos pastores ao candidatos em São Paulo. Será que consultaram o povo antes de  falar em nome deles?

Fonte: http://exemplobereano.blogspot.com.br